Adeus mundo cruel
Estou te deixando hoje
Adeus
Adeus
Adeus
Adeus a todo seu povo
Não há nada que vocês possam dizer
Pra me fazer mudar de idéia
Adeus
Uma linha de produção, com um tipo de produto único. Cada unidade é levemente diferente da outra, mas a essência é a mesma. As diferenças se dão devido ao leve nível de artesanato que há no produto. Poderia dizer-se que há um toque único em cada produto, mas a fôrma é a mesma, a matéria é a mesma e a máquina que produz é a mesma. A sutil unicidade surge pela aleatoriedade.
30.6.03
26.6.03
Fortuna Minor
Fortuna Minor
O tempo se extingue
E a cada segundo
Só me sinto pior
Cada segundo a mais no meu relógio
É um segundo a menos na minha vida
Cada vez mais perto da morte
Cada dia mais morto que o anterior
Cada tristeza me mata mais que ontem
O tempo se extingue
E a cada segundo
Só me sinto pior
Cada segundo a mais no meu relógio
É um segundo a menos na minha vida
Cada vez mais perto da morte
Cada dia mais morto que o anterior
Cada tristeza me mata mais que ontem
Timidez
Acabar com a timidez
Hoje me é prioridade
Mas sou tímido demais
Até pra conseguir me revelar
A mim mesmo
Hoje me é prioridade
Mas sou tímido demais
Até pra conseguir me revelar
A mim mesmo
Timidez II
O auge da minha timidez
é minha extroversão.
Em momentos que a
timidez é muito grande,
ela acaba se extinguindo,
ou se expandindo tanto
que nem sei mais onde
começa e onde termina.
é minha extroversão.
Em momentos que a
timidez é muito grande,
ela acaba se extinguindo,
ou se expandindo tanto
que nem sei mais onde
começa e onde termina.
Choro
Choro
Tento forçar lágrimas
Pra te comover
De tanto tentar
Acabo chorando
Não por ter tentado
Mas por não ter conseguido
Apesar de não querer mais
As lágrimas agora fluem
Como um rio apressado
Você é fria, está congelada
Agora choro de novo
Pela sua expressão
Desisto, e choro
Não numa última tentativa,
Mas por ter fracassado.
E é só.
Termino chorando
Pelo choro que derramei
Apenas piorei tudo
E agora choro sozinho
Enquanto escrevo
E tateio a gaveta
À procura de um instrumento
Que ajude a me curar
Dessa doença
Que se chama amor
Tento forçar lágrimas
Pra te comover
De tanto tentar
Acabo chorando
Não por ter tentado
Mas por não ter conseguido
Apesar de não querer mais
As lágrimas agora fluem
Como um rio apressado
Você é fria, está congelada
Agora choro de novo
Pela sua expressão
Desisto, e choro
Não numa última tentativa,
Mas por ter fracassado.
E é só.
Termino chorando
Pelo choro que derramei
Apenas piorei tudo
E agora choro sozinho
Enquanto escrevo
E tateio a gaveta
À procura de um instrumento
Que ajude a me curar
Dessa doença
Que se chama amor
Don't Try Suicide
Don't try suicide
Aprendi uma coisa... não citar nomes, em hipótese alguma, nesses tipos de "documentos". O nome citado pode ler... Se for para "o nome" sabe de que se trata dele, ele saberá, ou eu direi.
Socorro (de novo)...
Tenho que manter isso em mente... Não quero ser considerado psicótico...
Don't try suicide
Don't try suicide
Don't try suicide
Don't try suicide
Don't try suicide
Don't try suicide
Don't do it
Don't do that
Aprendi uma coisa... não citar nomes, em hipótese alguma, nesses tipos de "documentos". O nome citado pode ler... Se for para "o nome" sabe de que se trata dele, ele saberá, ou eu direi.
Socorro (de novo)...
Tenho que manter isso em mente... Não quero ser considerado psicótico...
Don't try suicide
Don't try suicide
Don't try suicide
Don't try suicide
Don't try suicide
Don't try suicide
Don't do it
Don't do that
Sem Título III
Sem Título III
Às vezes fico assim
Com vontade de chorar
Não chegarei ao fim
Se ninguém me alegrar
Logo eu que me animo
Com qualquer besteira
Do tédio sou domínio
Com tristeza derradeira
Sem qualquer desculpa
Ou tentativa ou aproveitamento
O guarda da vida me pára
Me pedindo documentos
Hoje é mais um dia
Em que escreverei loucuras
Ninguém me entenderia
Se tirasse isso das escuras
Na verdade nem eu mesmo
Sei o que significa
Apenas alguma palavras
Juntadas em frases distintas
As tentativas não funcionaram
Eu já não agüento mais
Se assim continuar
Me jogarei de um cais
E morrerei em paz...
Às vezes fico assim
Com vontade de chorar
Não chegarei ao fim
Se ninguém me alegrar
Logo eu que me animo
Com qualquer besteira
Do tédio sou domínio
Com tristeza derradeira
Sem qualquer desculpa
Ou tentativa ou aproveitamento
O guarda da vida me pára
Me pedindo documentos
Hoje é mais um dia
Em que escreverei loucuras
Ninguém me entenderia
Se tirasse isso das escuras
Na verdade nem eu mesmo
Sei o que significa
Apenas alguma palavras
Juntadas em frases distintas
As tentativas não funcionaram
Eu já não agüento mais
Se assim continuar
Me jogarei de um cais
E morrerei em paz...
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