As quinas das paredes se dobram enquanto eu passo.
Majestade das portas me sinto.
As bolas azuis que me diziam,
só as vi quando olhava o céu.
Apareciam sirenes de polícia sem viaturas
O relógio se duplicava e os traços de meu corpo se desfaziam pelo ar.
Cabelos da época em que os tive me caiam sobre os olhos
(Tentava tirá-los, mas não estavam ali para isso.)
Não estavam ali. Teias de aranha.