Não há porque correr atrás de conhecimento.
Ele nunca vira pleno, por mais insistente que se seja. Não há pois, motivos de ler, nem de escrever.
Agora o que se corre atrás de dinheiro. Muito dinheiro. Tudo é dinheiro. Muita coisa tem sido jogada fora por dinheiro. Isso é coisa que comunismo algum resolve. Nem mesmo a anarquia utópica. Estamos acostumados a consumir com a ilusão de que seremos melhores. Acostumados a tentar saber mais e mais até que vamos para debaixo da terra, como todos os mais burros e os mais inteligentes. A jaziga pode ser gigante ou minúscula, seu peso é o mesmo. A força da gravidade é a mesma para todos. Leis nos imperam. Física, química e Inglês reinam. Imperar. Tudo que foi conquistado perde o valor, e os valores em si se perdem. "Um" não muda nada. Sozinho a gente não vale nada. As idades se igualam. Anos não valem mais nada. E no final, paranóico e enrugado, termindo sentado escrevendo a quem for. Agora que tão perto da função de todos. A função de "deixar de existir". Tudo tem essa função. Quando algo alcança esse estado de "não-existência", deixa de existir. É por isso que as coisas acontecem. Por isso nada é estático. Não sei, não sei. Falei sobre coisas muito espalhadas. Acabo aqui com a sensação de que estou prestes a cumprir minha missão... E acabo de dar um função a esse texto; que ele deixe de ser texto.
*TEXTOS MERAMENTE ILUSTRATIVOS
Drawing.