13.2.05

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A morte do mosquito ficava martelando na sua cabeça, principalmente depois de abrir o caderno novamente. Tinha controle sobre algo afinal. Controle sobre os insetos que o rodeavam. Pelo menos dos mais lentos. Mas não era um controle total, só de vida e morte. Pensou em si como deus. Se Deus houvesse, teria ele controle sobre vida e morte somente? Apenas os rápidos o suficiente escapariam. A não ser que se matesse longe do mundo d'Ele. Ficou divagando sobre essas besteiras, e dormiu com o caderno aberto.